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Teatro de Vila Real regressa à programação de auditório

Com esta programação o TVR diz-se apostado em manter Vila Real na primeira linha do panorama nacional da atividade artística e cultural e do melhor que a esse nível se produz no nosso país.

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É já a partir de hoje, sábado, que o Teatro de Vila Real (TVR) regressa à sua programação de interior, com um concerto do Trio de Mário Laginha, que no Grande Auditório do TVR fará a pré-presentação do seu novo trabalho discográfico.

Este é um regresso do TVR “com regras de segurança, mas indefectível paixão pela arte”, explica a sua direcção numa nota de imprensa à comunicação social.

Este retorno da programação do Teatro de Vila Real é realizado num contexto adverso, “imposto por uma pandemia que abalou as rotinas da vida em comunidade”. Por isso toda a programação deste quarto trimestre do ano de 2020 é alicerçada “num conjunto de novas e rigorosas regras de funcionamento que incorporam as medidas sanitárias determinadas pela DGS”, salienta a direcção de programação do TVR.

Nos mais difíceis contextos da História, a humanidade encontrou formas de fazer e usufruir teatro, música e dança, de manter viva uma relação fértil com a arte e o seu potencial transformador. Com este ideal em vista, o TVR — a par de muitos teatros do país — procura assegurar neste período singular, para a cidade e a região, momentos significativos de cultura e arte que nos liguem ao mundo e nos inspirem a resistir e a partilhar.

Depois da experiência bem sucedida do ciclo de Verão, em que ficou patente a vontade do público de continuar uma vida cultural activa e participativa, seguindo de maneira responsável as orientações de segurança, os próximos três meses serão uma nova etapa em que, enquanto comunidade, em conjunto, trataremos de articular duas necessidades inalienáveis: a arte e a segurança individual e colectiva, de trabalhadores, artistas e público”, lê-se no texto de abertura da agenda relativa aos meses de outubro, novembro e dezembro.

Durante este período passam pelos palcos artistas como Aldina Duarte (pela primeira vez no Teatro de Vila Real), Cristina Branco, Mário Laginha com o seu trio, Noiserv, André Henriques (vocalista dos Linda Martini), Pedro Tochas e companhias como Ensemble, Chapitô, Visões Úteis, Limite Zero e Companhia de Dança de Almada.

E no que diz respeito às artes cénicas, foram incluídas no programa deste trimestre cinco estreias nacionais: “Je Ne Sais Quoi” (peça de Ángel Fragua), uma nova criação da companhia Visões Úteis (em co-produção com o TVR e o Teatro Nacional São João, estreada internacionalmente na Bélgica),“Isolarte” (um projecto do Club de Vila Real), uma nova criação original do Oniros Ensemble, desta vez patrocinada pela Direcção Regional de Cultura do Norte, e “Lacrimae”, uma criação do Ensemble Joseph Hel com apresentação única em Portugal, num projecto da Fundação da Casa de Mateus.

Com esta programação o TVR diz-se apostado em manter Vila Real na primeira linha do panorama nacional da atividade artística e cultural e do melhor que a esse nível se produz no nosso país.

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