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Teatro de Vila Real está de novo “Do Lado do Verão”

Na música, são várias as propostas, em alguns casos cruzando-se com outras disciplinas artísticas. A trompetista e cantora Jéssica Pina apresenta-se pela primeira vez no Teatro de Vila Real. Novidade também neste palco é o novo projecto de Madalena Palmeirim com a brasileira Zoe Dorey designado Rainhas do AutoEngano.

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O Teatro de Vila Real está de novo Do Lado do Verão. Entre 7 de Julho e 14 de Agosto, a programação acontece no exterior, com o regresso do cinema ao ar livre, concertos, dança e um espectáculo multidisciplinar, num total de 12 datas. A maioria dos espectáculos tem lugar na Praça Cénica do Teatro, a exemplo do que aconteceu no ano passado, sendo excepção as três criações originais integradas no projecto Palavras Cruzadas, que ocorrerão do outro lado do rio, em locais do centro histórico.

O cinema ao ar livre, com seis sessões, inclui clássicos (“Ladrões de Bicicletas” e “Trafic”), documentários sobre artistas consagrados da música mundial (“Chavela” e “Pulp”), o último vencedor do Oscar para Melhor Filme Estrangeiro (“Mais Uma Rodada”) e uma produção portuguesa “Surdina”, de Rodrigo Areias, apresentado em formato cine-concerto, com Tó Trips a interpretar ao vivo a banda sonora.

Na música, são várias as propostas, em alguns casos cruzando-se com outras disciplinas artísticas. A trompetista e cantora Jéssica Pina apresenta-se pela primeira vez no Teatro de Vila Real. Novidade também neste palco é o novo projecto de Madalena Palmeirim com a brasileira Zoe Dorey designado Rainhas do AutoEngano.

O projecto de spoken word e jazz Cotovelo, que une a escrita de Jorge Louraço Figueira, a voz da actriz Catarina Lacerda e direcção musical de Nuno Trocado, cria para estrear em Vila Real o espectáculo “Umbral”. Também Ana Deus e Alexandre Soares estreiam uma criação original, a partir da obra de poetas transmontanos. Uma terceira estreia tem lugar no Verão, neste caso a partir de Camilo Castelo Branco, e cruza o teatro e a música, numa produção da Companhia João Garcia Miguel.

A dança tem um momento especial com duas peças dos espanhóis Iron Skulls, cujo estilo junta diversas disciplinas, como break dance, hip-hop, dança contemporânea, acrobacia e artes marciais. Destaque para a peça “Kintsugi – A Estética da Imperfeição” que, com o seu diálogo peculiar com a música clássica, é uma agradável surpresa.

Todos os espectáculos são de entrada gratuita, mas com acesso e lotação limitados e sujeitos ao levantamento prévio de bilhete. O uso de máscara é obrigatório.

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Fonte desta notícia: Teatro de Vila Real

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