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Quintanilha Rock: duas décadas de celebração da arte em comunidade

Os concertos, os mergulhos e o galo no pote no Parque do Colado, o presunto e o vinho tinto na Adega do Fanhascas, as conversas intermináveis e os abraços apertados, esses ficam reservados para 2022, garante a organização.

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Hoje vou falar-te de amor, daquele que não é uma escolha mas sim uma inevitabilidade, daquele que nos corre nas veias e que toma conta de nós, daquele que sinto por ti!

As palavras que a Bruna dedicou à sua aldeia, Quintanilha, numa das cartas que fizeram parte do projeto de comunidade da edição de 2019, “Quintanilha, meu amor”, foram a inspiração que a organização do festival transfronteiriço precisava para decidir, em tempos tão conturbados, avançar com a celebração dos 20 anos do Quintanilha Rock.

Devemos um agradecimento a Quintanilha e a todos os que escreveram, ao longo de duas décadas, esta bonita história de amor”, sublinha Filipe Afonso, presidente da ArtiColado, associação responsável pela organização do Quintanilha Rock.

Os concertos, os mergulhos e o galo no pote no Parque do Colado, o presunto e o vinho tinto na Adega do Fanhascas, as conversas intermináveis e os abraços apertados, esses ficam reservados para 2022, garante a organização.

De julho a dezembro de 2021, a ArtiColado irá propor um programa dinâmico e itinerante que inclui: concertos, instalações, showcookings, performances, workshops, conversas, exposições e walks, cumprindo sempre, de forma responsável, todas as normas e regras sanitárias que vigorem a cada momento e em cada lugar.

Leonor Afonso, programadora do festival, refere que “na celebração das duas décadas do Quintanilha Rock cabem imensas memórias, diferentes expressões artísticas e múltiplos lugares. De Quintanilha a Bragança, de Zamora ao Porto, vamos ao encontro de todos os que fizeram parte desta odisseia”.

Contando com o apoio da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e de algumas entidades privadas locais, a organização do Quintanilha Rock espera conseguir levar avante um programa que, nas palavras de Filipe Afonso, “prioriza o diálogo e a reflexão, a prática e a produção artística do sítio onde escolhemos viver e onde queremos deixar uma marca”.

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Fonte desta notícia: AAC – Articolado Associação Cultural

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