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Projeto Vivificar contempla residências artísticas em Alijó Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo

Este programa contempla residências artísticas nos municípios de Alijó Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo, com a duração de 24 meses de forma a implementarem um projeto imersivo transdisciplinar entre a fotografia, novos média e arquitetura, conectando artistas durienses, nacionais e noruegueses com as comunidades a partir de estratégias de criação e exposição participativas.

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O projeto Vivificar, abraça a ideia de “viver e ficar” respondendo criativamente ao desafio da fixação populacional em 4 Municípios de baixa densidade no Douro, a partir de diálogos com as comunidades e aprofundando perspetivas sobre o contexto socioeconómico, ecológico e cultural do território.

Este programa contempla residências artísticas nos municípios de Alijó Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo, com a duração de 24 meses de forma a implementarem um projeto imersivo transdisciplinar entre a fotografia, novos média e arquitetura, conectando artistas durienses, nacionais e noruegueses com as comunidades a partir de estratégias de criação e exposição participativas.

Cada município vai abraçar três artistas: um residente ou natural da região, um nacional e um norueguês, tendo em vista a criação de trabalhos inéditos em diálogo com estes territórios. Como resultado, serão produzidas três exposições, apresentadas em cada município, estando também programada uma mostra coletiva no Museu do Douro e no Surnadal Billag, na Noruega, com uma seleção dos trabalhos dos 12 artistas.

O projeto reforça o acesso, capacitação, espírito crítico e envolvimento da população, em particular dos jovens, motivando-os a criar vínculos com a região e a contribuir para o seu desenvolvimento cultural.

VIVIFICAR encara os jovens como agentes transformadores da região, já que a sua permanência é condição fundamental para salvaguardar a economia e o património natural e cultural. O projeto abre oportunidades de regeneração na região do Douro, relacionando-se com questões fundamentais de diversidade, coesão social, mobilidade, fruição cultural e acesso a práticas artísticas, fortalecendo o trabalho em rede e o intercâmbio de conhecimento.

O projeto, que foi apresentado no passado dia 3 de março no Museu do Douro, é produzido pela Plataforma Ci.CLO, gerido pela Direção Geral das Artes e desenvolvido em parceria com a Fundação Museu do Douro, Câmara Municipal de Alijó, Câmara Municipal de Lamego, Câmara Municipal de Mêda, Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e Surnadal Billag A/S (Noruega).

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Fonte desta notícia: Município de Torre de Moncorvo

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