Informativo Digital de Trás-os-Montes e Alto Douro

Portugueses consideram que 2022 será um ano melhor

Os jovens são os que encaram mais positivamente o novo ano. Estar com a família, voltar a fazer algo que deixaram de fazer, fazer viagens e ir a concertos estão na lista de planos dos portugueses para o próximo ano. Na Passagem de Ano, a maioria dos portugueses escolhe ficar por casa

297

Publicidade

De acordo com o estudo Observador Cetelem Natal 2021, os portugueses tendem a considerar que o novo ano será um ano “melhor”, com um resultado médio de 3,5 numa escala de 1 (“muito pior”) a 5 (“muito melhor”). Na distribuição por cada resposta, 45% dos portugueses inquiridos perspetivam que o novo ano será um ano “melhor”, sendo que, destes, 8% acreditam que será “muito melhor”; já 51% considera que será igual e apenas 3% que será pior ou muito pior.

Segundo os dados, os mais otimistas relativamente ao novo ano são os mais jovens, assim como os cidadãos com melhores rendimentos (68%). Os inquiridos dos 54 aos 64 anos são os que olham para o futuro de forma menos positiva, com apenas 29% a esperarem um ano melhor. Nas Áreas Metropolitanas observa-se uma grande diferença, com mais inquiridos na Área Metropolitana do Porto otimistas face ao novo ano do que na Área Metropolitana de Lisboa (57% e 20%, respetivamente).

78% dos inquiridos já têm alguns planos para aproveitar o novo ano: 45% querem passar mais tempo com a família, tendência mais acentuada entre o género feminino (47%) e os inquiridos com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos (51%); 27% mencionam que querem retomar atividades que deixaram de fazer com a pandemia; 22% querem fazer mais viagens e 18% ir a mais concertos ou festivais, sobretudo, os mais jovens (35% e 38% respetivamente).

A Passagem de Ano

No que respeita à Passagem de Ano, apesar de aumentar a intenção de celebrar fora, a verdade é que ainda são muitos os que vão optar por ficar em casa (62%), nomeadamente, os inquiridos a partir dos 55 anos (83%). Os jovens, entre os 18 e os 34 anos são os que optam mais por passar a festividade em casa de amigos ou outros familiares (33%).

Quando questionados sobre com quem vão passar a data, 79% dos inquiridos revelam que vão festejar apenas com o agregado familiar – menos 9 p.p. face a 2020. 18% afirmam que vão passar com familiares, além do agregado familiar, e 18% com amigos – uma subida de 11 p.p. em comparação com o ano anterior – nomeadamente, os inquiridos mais jovens dos 18 aos 24 anos (50%).

Relativamente aos gastos, na Passagem de Ano os portugueses tencionam gastar em média 107 euros, mais 22 euros que em 2020. Fazendo uma análise mais detalhada, observa-se que 25% tencionam gastar entre 51 e 100 euros; 16% procuram gastar entre 101 e 150 euros; e 11% dizem que vão gastar até 50 euros. As faixas etárias que tencionam gastar mais na Passagem de Ano são os inquiridos dos 35 e os 44 anos (122€) e os inquiridos dos 25 aos 34 anos (120 euros). Já os que tencionam gastar menos são os entre os 65 e os 74 anos (83 euros) e os mais jovens, dos 18 aos 24 anos (84 euros).


Metodologia

O inquérito quantitativo do Observador Cetelem Natal 2021 foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen. Este teve como target indivíduos de ambos os géneros, de idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos, residentes em Portugal Continental. O estudo foi conduzido através de entrevistas telefónicas assistidas por Computador (CATI). No total foram feitos 600 contactos para realizar entrevistas representativas do universo em estudo. O erro máximo associado é de + 4.0 p.p. para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram conduzidas por intermédio de questionário estruturado de perguntas fechadas. Foram realizados contactos representativos da população e estratificados por Distrito; Género; Idade e Níveis socioeconómicos para encontrar o target do estudo. As entrevistas foram conduzidas por uma equipa de entrevistadores Nielsen, que receberam treino específico para o presente estudo. O trabalho de campo decorreu entre 20 a 29 de outubro 2021.

Publicidade

Fonte desta notícia: Observador Cetelem

Este website usa cookies que permitem melhorar a sua experiência na internet. Pode aceitar ou recusar a utilização desta tecnologia Aceito Política de Privacidade