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Floresta urbana une UTAD e UFRRJ numa pós-graduação intercontinental

A pós-graduação internacional em floresta urbana, que decorre até julho de 2024, vai abordar a gestão do arvoredo urbano, a escolha das espécies em funções dos locais onde vão ser colocadas e do seu potencial de sequestro de carbono, as questões do diagnóstico e dos riscos fitossanitários, a preservação da biodiversidade em contexto urbano, os benefícios das árvores para a saúde humana e climática, entre outros conteúdos programáticos.

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Já arrancaram as aulas da pós-graduação internacional em floresta urbana, uma nova oferta formativa copromovida pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com o apoio da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU). No total, há 66 inscritos dos dois lados do Atlântico, apostados em aprofundar conhecimentos que tornem as cidades ambientalmente mais sustentáveis.

“A formação que agora lançamos com a UFRRJ é uma primeira experiência que queremos alargar e multiplicar noutros países (nomeadamente na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que se debatem com os mesmos desafios societais e que não têm acesso a formação especializada em áreas estratégicas”, afirma o vice-reitor para a Internacionalização da UTAD, Luís Ramos.

O reitor da UFRRJ, Roberto de Souza Rodrigues, destaca que este curso oferece “uma exímia oportunidade aos discentes, docentes e pesquisadores para partilhar conhecimentos e experiências, valorando de forma significativa o processo de internacionalização universitária”. “A UFRRJ está confiante no aprimoramento curricular oriundo do intercâmbio e colaboração entre as universidades e vislumbra nesta parceria com a UTAD, uma enorme oportunidade para imersão académica e cultural”, acrescenta.

A pós-graduação internacional em floresta urbana, que decorre até julho de 2024, vai abordar a gestão do arvoredo urbano, a escolha das espécies em funções dos locais onde vão ser colocadas e do seu potencial de sequestro de carbono, as questões do diagnóstico e dos riscos fitossanitários, a preservação da biodiversidade em contexto urbano, os benefícios das árvores para a saúde humana e climática, entre outros conteúdos programáticos. Ao corpo docente, constituído por especialistas em agronomia, engenharia e florestal, juntar-se-ão, ao longo do ano letivo, convidados do meio empresarial.

Com aulas online (síncronas e assíncronas) e também presenciais (nas respetivas universidades), esta formação decorrerá de quarta a sábado, em horário pós-laboral.

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Fonte desta notícia: UTAD