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Exposição “Nove meses de Inverno, Três de Inferno” patente no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo

A exposição constituída por cerca de 30 fotografias e um vídeo foi inaugurada no passado dia 1 de maio, contando com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, Presidente da Fundação Museu do Douro, Fernando Pinto, e o encarregado do Museu do Ferro e da Região de Moncorvo, Nelson Campos.

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Está patente no Auditório do Museu do Ferro e da Região de Torre de Moncorvo até dia 30 de junho a exposição de fotografia “Nove Meses de Inverno, Três de Inferno” de João Pedro Marnoto.

A exposição constituída por cerca de 30 fotografias e um vídeo foi inaugurada no passado dia 1 de maio, contando com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, Presidente da Fundação Museu do Douro, Fernando Pinto, e o encarregado do Museu do Ferro e da Região de Moncorvo, Nelson Campos.

No decorrer da inauguração Nelson Campos, explicou que com esta iniciativa “queremos trazer aos nossos visitantes e ao nosso público essa imagem do que é a região e as transformações que ela tem sofrido.” “O título, Nove Meses de Inverno Três de Inferno é um velho provérbio que aqui conhecemos, que remete precisamente não só para a climatologia, mas neste contexto para as diversas fases do ciclo do ano”, adiantou Nelson Campos.

Exposição Nove Meses de Inverno e Três de InfernoDepoimentos de Nelson Campos e Fernando Pinto
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Fernando Pinto, Presidente da Fundação Museu do Douro, salientou que “o Museu do Douro tem uma série de exposições itinerantes e que vai partilhando ao longo do ano com todo o território da região, nacionalmente e internacionalmente. Primeiro temos interesse que os próprios durienses entendam a sua realidade, depois o próprio país e depois que seja o mais divulgado possível para atrairmos cada vez mais visitantes, para que a nossa gente e as nossas pessoas tenham mais sustentabilidade, desenvolvendo por esse processo a economia da nossa região.”

Explicou ainda que o autor da exposição, João Marnoto, dividiu-a numa trilogia: território, religião e progresso, procurando trazer através da sua captação de imagem a rudeza que é viver em Trás-os-Montes e Alto douro, quer do ponto de vista da ruralidade, quer do ponto de vista da fé, quer do ponto de vista do progresso lento que a região vai tendo.

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Fonte desta notícia: Nota de imprensa Município de Torre de Moncorvo

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