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Democrata na Casa Branca…

De um modo simples, desde que Joe Biden – o já histórico Sleepy Joe – chegou à Casa Branca que o mundo começou a percorrer com maior velocidade um caminho suscetível de conduzir a um conflito grave ao nível mundial.

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Os que me concedem a honra de acompanhar os meus escritos há muito puderam constatar dois pontos de visto muito meus e bastante bem arreigados: o ridículo e a bestialidade de Donald Trump, mas também os riscos de se vir a dispor de um democrata na Casa Branca. E se cognominei o primeiro de O Bronco, sobre o segundo logo preveni para os riscos de vir a conduzir o mundo a um novo conflito que traria o desvario a lugares e povos diversos do Planeta. No meio de tudo isto, um dado que apenas escutei a Jaime Nogueira Pinto: ainda que bronco, a verdade é que Trump, em quatro anos, nunca conduziu o mundo a uma guerra, embora, sendo o líder dos Estados Unidos, sempre ter andado ao seu redor. A este propósito, referi até que os soviéticos, tal como os iranianos ou os israelitas, sempre preferiram lidar com republicanos, nunca com democratas.

De um modo simples, desde que Joe Biden – o já histórico Sleepy Joe – chegou à Casa Branca que o mundo começou a percorrer com maior velocidade um caminho suscetível de conduzir a um conflito grave ao nível mundial. Infelizmente, esta mesma velocidade, ao invés de se manter constante, está mesmo a crescer: dia que passe, e novas paisagens nos vão surgindo, sempre mais próximas do desastre que os povos do mundo não desejam, mas que Sleepy Joe, de parceria com a sua desaparecida em inação política, Kamala, vai, ridiculamente, assegurando. O restabelecimento da Paz no conflito surgido há pouco no Leste da Europa.

Hoje, torna-se já simples perceber que os Estados Unidos de Sleepy Joe vivem a anos-luz de desejar o restabelecimento da Paz na zona europeia onde a velhinha política de mentira dos Estados Unidos, com aquela violação da palavra dada por James Baker III a Gorbachev, forçou o Presidente Vladimir Putin a fazer o que nunca terá desejado. De resto, a Rússia acabaria sempre por ser perdedora, com ou sem a tal grande batalha da Ucrânia.

Objetivamente, já quase todos perceberam que Sleepy Joe não dispõe de condições para continuar a dirigir os destinos dos Estados Unidos. Quase com toda a certeza, não deverá voltar a candidatar-se. Sobretudo, se Donald Trump voltar a concorrer à Casa Branca. Como usa dizer-se, pensando eu em Sleepy Joe, à primeira nem todos caem…

É verdade que Donald Trump só mesmo à beira do fim do seu mandato levou a dúvidas sobre um possível confronto militar, levando o líder do Conselho de Chefes de Estado-Maior a telefonar ao seu homólogo chinês, a fim de garantir-lhe que não haveria qualquer confronto militar, mesmo que recebesse ordens para tal. Com Sleepy Joe, como agora pôde ver-se e ouvir-se, em dois anos já se vê obrigada a Casa Branca a explicar que o que disse o seu líder não é para ser levado à letra. Ouro sobre azul, portanto. Precisamente o que me ensinou o meu histórico amigo matemático: os Estados Unido têm gente inteligentíssima, mas os Presidentes, em geral, são estúpidos. É caso para que recordemos Vítor Gaspar: em tudo isto que acabo de escrever, o que é que não consegue entender?

O que agora nos foi dado ver com esta mais recente barracada de Sleepy Joe foi uma realidade de sempre: os políticos norte-americanos acham-se o norte da política, mesmo naqueles domínios que são inerentes à soberania dos restantes Estados do Mundo. No fundo, mostraram agora, mais uma vez, a razão de tanto se baterem pela dita democracia. E se nem existe nos Estados Unidos uma capaz separação dos poderes, são os próprios juízes do Supremo Tribunal Federal que mentem descaradamente nas declarações ajuramentadas perante o Senado: ainda ontem garantiam manter a doutrina com décadas sobre a questão do aborto, e já hoje violam a referida garantia ajuramentada. E a vida, claro está, continua, sempre na (aparente) defesa porfiada da democracia e dos Direitos Humanos, de que Guantánamo é o exemplo mais referente. Uma realidade de que os aliados sim-sim dos Estados Unidos nem se dão conta… O próprio Papa Francisco também nunca terá abordado este referente caso de Guantánamo. E porquê tudo isto? Ah, porque não é o Presidente Vladimir Putin que está em jogo!

Por fim, esta lógica exemplar de Spleepy Joe: a política dos Estados Unidos continua como sempre, considerando apenas a existência de uma só China, mas o exercício da soberania numa das suas partes territoriais está subordinada à vontade do poder norte-americano. Por isso os serviços da Casa Branca se viram obrigados a garantir que tais considerações do Presidente só devem servir para shows como o de Jô Soares. O próprio Kissinger, talvez sobressaltado, lá veio a terreiro explicar o que parece reesponde ainda a uma carência de Sleepy Joe.
Talvez a sorte nos proteja de vermos o alastrar dos efeitos da grande estratégia dos Estados Unidos no mundo, para já nestes dois anos que estão para chegar.

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