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“Claustrofonia”, Ciclo de Música Díspar de Bragança

No início de 2020, meses antes da pandemia, nova prova sólida da atenção que tem vindo a merecer: “sem palavras | cem palavras”, disco integralmente instrumental, nasce a partir de um poema de cem palavras escrito por si, reflexo da sua cada vez maior capacidade criativa e maturidade musical.

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Homem em Catarse, atua dia 17 setembro às 21h30 Convento de São Francisco Bragança. Alter-ego do multi-instrumentista e compositor Afonso Dorido, tem já um lugar seu na atualidade da música portuguesa e vem percorrendo desde 2013 as estradas e caminhos deste país para dar a conhecer as canções emotivas que compõe.

Em 2015, com “Guarda-Rios”, um promissor EP de estreia, capta as primeira atenções. Dois anos mais tarde e após inúmeras viagens por aldeias, vilas e cidades do interior de Portugal, sempre acompanhado da guitarra elétrica e dos seus fiéis pedais de efeitos, reúne quilómetros e inspiração para a criação de “Viagem Interior”, disco conceptual que retrata uma interessante visão social e demográfica do país. Acompanhado de textos do escritor português José Luís Peixoto, o disco daria a conhecer 17 canções que descrevem 17 locais do interior e viria a figurar entre os melhores da música portuguesa do ano de 2017. Do interior do país para o interior dos jardins do Museu Nogueira da Silva, em Braga, já em 2019, grava o seu primeiro registo ao vivo, “Ao Vivo na Porta 253”, disco que eterniza o intimismo com que procura pautar seus concertos.

No início de 2020, meses antes da pandemia, nova prova sólida da atenção que tem vindo a merecer: “sem palavras | cem palavras”, disco integralmente instrumental, nasce a partir de um poema de cem palavras escrito por si, reflexo da sua cada vez maior capacidade criativa e maturidade musical.

O seu novo desafio “sete fontes” aconteceu em 2021, com o apoio do gnration em Braga e foi composto exclusivamente ao piano com objetivos bem definidos e uma certeza: para quem como ele se alimenta da proximidade de ter o mundo à flor da pele, o distanciamento causado por uma pandemia só poderia resultar numa visão particular e muito pessoal do momento que todos ainda vivemos.

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Fonte desta notícia: Dedos Bionicos

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