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“Bragança é Moda” regressa à Praça da Sé

Sete lojas da cidade vão desfilar e mostrar as tendências da Moda para o Verão 2022. Dezenas de participantes vão animar a passarela e centenas de pessoas da cidade garantem a assistência, que conta sempre com a animação musical associada ao evento, que junta às luzes e cores do desfile a alegria da música.

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O glamour regressa à Praça da Sé, no dia 27 de maio, pelas 21h00, com o Bragança é Moda, um desfile de moda protagonizado pelas lojas de vestuário e calçado do comércio local, um evento que a Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB) realiza há 20 anos.

Dezenas de participantes vão animar a passarela e centenas de pessoas da cidade garantem a assistência, que conta sempre com a animação musical associada ao evento, que junta às luzes e cores do desfile a alegria da música.
Em 2020 e 2021, devido ao contexto de pandemia, o Bragança é Moda aconteceu em formato virtual, sem existir a possibilidade dos modelos e lojas se cruzarem e muito menos a interação física com o público.
E é por se tratar de um regresso, que o evento é tão esperado.

“As Cores da Vida, um hino à paz”, é o tema escolhido para o Bragança é Moda Verão 2022. Um momento de exaltação da vivacidade das cores de Verão, que assumem a tendência da moda este ano, que quer também transmitir uma mensagem de solidariedade e de esperança à população da Ucrânia, que vive em guerra, uma guerra que aflige e ameaça a população mundial e que também nos momentos de liberdade de expressão, como é um desfile de moda, deve merecer a reflexão de todos.

Para além desta mensagem o Bragança é Moda é uma atividade com forte impacto social e económico. É um momento de lazer para a comunidade e, sobretudo, uma oportunidade para os residentes perceberem as tendências atuais e a oferta de qualidade que podem encontrar no comércio local.

Há lojas participantes que respondem a diferentes gostos e estilos, uma diversidade que cria a unidade num setor capaz de satisfazer, de uma forma transversal, as preferências dos consumidores.

Como habitual os modelos são escolhidos pelas próprias lojas, pessoas comuns que se enquadram na normalidade do contexto global, que acabam por mostrar ao público que as características físicas, as medidas protagonizadas pelo mundo da alta costura, não são condição para vestir bem e vestir o que se gosta e nem impedem cada um de usar a roupa com que se sente mais confortável.

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Fonte desta notícia: ASCIB

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