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Autarquia comemora abril com exposição coletiva virtual e concerto de artistas locais nas redes sociais

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A Autarquia de Alfândega da Fé comemorou este ano o 25 de abril com uma exposição coletiva virtual e um concerto de artistas locais nas redes sociais. O “Concerto dos Cravos”, uma iniciativa em formato digital, juntou artistas e músicos de Alfândega da Fé a partir de suas casas para assinalar o 25 de abril. “Os artistas interpretaram temas evocativos de abril, num concerto coletivo que, nesta altura de pandemia, reforça o espírito de comunidade e aproxima a população numa data tão importante para o país“, refere nota do município.

Este concerto contou com a participação de Sofia Damasceno, Carlos Damasceno, João Reboredo, Luís Figueiredo, Sérgio Pinto, Joana Cancela, DJ Durval, Hugo Rodrigues, Grupo de Cantares de Alfândega da Fé, Telmo Macedo, Luís Bragança, Jorge Moreno e Associação Musical de Alfândega da Fé.

A Exposição Coletiva do GIA foi também uma proposta cultural para assinalar o 25 de abril em Alfândega da Fé. Celebrar abril em tempos de pandemia foi o mote de um programa cultural que a autarquia de Alfândega da Fé preparou para assinalar a Revolução dos Cravos. O Município de Alfândega da Fé apresentou a Exposição “Com Ciência da Liberdade” , uma exposição coletiva de sete artistas do GIA – Grupo de Inquietação Artística, composta por 28 desenhos originais.

Filipe Rodrigues, Nazaré Álvares, Valter Hugo Mãe, António Franchini, Rui da Graça, Humberto Nelson e Agostinho Santos, apresentam “Com Ciência da Liberdade”, numa visita virtual pela visão artística sobre a Covid-19, a realidade que se vive e os conceitos de Liberdade e Revolução.

Convidados a expor para esta ocasião, os sete artistas do GIA, atentos e interventivos na comunidade, de imediato aceitaram o desafio de eternizar no papel a sua visão de Abril. Assinalando os 46 anos do fim da ditadura do Estado Novo, esta exposição é para os artistas a celebração da Liberdade: de criar, de se expressarem, de existir. Antonio Franchini recorda que durante o Estado Novo “Os artistas e escritores eram alvo fácil de uma censura feroz e alguns eram presos e torturados por uma polícia própria e treinada pelo governo para esse fim, a odiosa PIDE.”. Nas palavras de Valter Hugo Mae “Quando assinalámos a efeméride da Revolução dos Cravos estamos, na verdade, a celebrar o aniversário do Portugal moderno”.

Portugal que trava hoje uma luta distinta daquela que, há 46 anos, foi levada avante pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), com o envolvimento em massa da população, mas cujo significado continua atual.

Agostinho Santos, faz-nos essa analogia, “estamos convictos que vamos dar a volta ao monstro do vírus, com a certeza absoluta que a Liberdade e a Democracia são fatores importantes, necessários e imprescindíveis para o bem-estar dos cidadãos, onde, naturalmente, a Arte se incluiu.”

Num momento em que o distanciamento social é a palavra de ordem, o Município de Alfândega da Fé promoveu, através das suas plataformas oficiais (Facebook, Site, Instagram) a proximidade e a comemoração da Revolução dos Cravos, com a exposição coletiva “Com Ciência da Liberdade” e um concerto de artistas locais transmitido pelas redes sociais.

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Fonte desta notícia: Nota de Imprensa CM Alfândega da Fé
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