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“Algures a Nordeste”, o festival de dança contemporânea que marca o mês de setembro

O festival inicia com a estreia da versão de palco de “Em Dois”, peça do coreógrafo espanhol Roberto Olivan, que iniciou a sua carreira como bailarino profissional na companhia de dança Rosas, dirigida por Anne Teresa De Keersmaeker e actuou sob a direcção de directores de renome como Robert Wilson, Tom Jansen e Josse de Pauw. Antes da estreia, haverá um ensaio aberto ao público na Praça Cénica, ao ar livre.

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No mês de Setembro volta em pleno o festival de dança contemporânea Algures a Nordeste. O programa desta 5.ª edição é constituído por cinco espectáculos (um deles em estreia absoluta), um ensaio aberto ao ar livre, três workshops e várias outras actividades paralelas (encontro com o coreógrafo Roberto Olivan e exibição em vídeo de excertos de algumas das suas obras, conversas pós-espectáculos e a apresentação de um Laboratório de Experimentação Coreográfica).

O festival inicia com a estreia da versão de palco de “Em Dois”, peça do coreógrafo espanhol Roberto Olivan, que iniciou a sua carreira como bailarino profissional na companhia de dança Rosas, dirigida por Anne Teresa De Keersmaeker e actuou sob a direcção de directores de renome como Robert Wilson, Tom Jansen e Josse de Pauw. Antes da estreia, haverá um ensaio aberto ao público na Praça Cénica, ao ar livre.

Do mesmo coreógrafo, e também produzido pela Companhia Instável, é apresentado o espectáculo “Timber”, que junta aos bailarinos em palco o Drumming Grupo de Percussão.

De Espanha regressa a companhia La Macana, desta vez com “Pink Unicorns”, peça coreográfica protagonizada por um pai, bailarino internacional, e o seu filho adolescente, numa evocação das relações transgeracionais.

Um destaque especial para o espectáculo “O Aqui”, da CiM, companhia que promove a inclusão através da dança. Paralelamente ao espectáculo, a companhia oferece um workshop de dança inclusiva, dirigido a todos os públicos e em particular a profissionais da reabilitação e da área social.

O programa encerra com “Autópsia”, da consagrada Companhia Olga Roriz.

Mas em Setembro há ainda lugar para uma iniciativa local, o Vila Real Hip Hop Fest, e para um espectáculo de música e poesia, com Filipe Raposo e Amélia Muge, de homenagem ao editor Manuel Hermínio Monteiro, personalidade marcante da cultura portuguesa que celebraria este mês 70 anos. O espectáculo é parte de um programa conjunto organizado pelo Teatro de Vila Real e o Espaço Miguel Torga.

Referência final para a exposição “Ruído”, uma mostra colectiva que agrega diferentes artistas do distrito de Vila Real, e para a primeira das Conversas de Bastidores, um novo projecto que pretende dar a conhecer protagonistas das artes e que tem como convidado da sessão inaugural o actor e encenador João Pedro Vaz.

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Fonte desta notícia: Teatro de Vila Real

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