Informativo Digital de Trás-os-Montes e Alto Douro

Abril dá continuidade ao festival Vinte e Sete no Teatro de Vila Real

Projecto Ruínas, apresenta este mês mais quatro produções: “Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa”, com Sara Barros Leitão (vencedora da primeira edição do Prémio Revelação Ageas / Teatro Nacional D. Maria II), “Ouvidor Geral”, com Manuel Wiborg, “Napoleão ou o Complexo de Épico”, da Companhia do Chapitô, e, para o público infantil, “Primavera”, o segundo momento da Estação dos Quatro Poemas, de Maria Céia.

146

Publicidade

O mês de Abril dá continuidade ao programa de teatro do festival Vinte e Sete, no Teatro de Vila Real que, iniciado a 27 de Março com “Function ou A Função”, do Projecto Ruínas, apresenta este mês mais quatro produções: “Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa”, com Sara Barros Leitão (vencedora da primeira edição do Prémio Revelação Ageas / Teatro Nacional D. Maria II), “Ouvidor Geral”, com Manuel Wiborg, “Napoleão ou o Complexo de Épico”, da Companhia do Chapitô, e, para o público infantil, “Primavera”, o segundo momento da Estação dos Quatro Poemas, de Maria Céia.

A peça “Ouvidor Geral” aborda a vida de Fernão Lopes, auto-exilado na Ilha de Santa Helena, a mesma em que, 300 anos depois, seria exilado o Napoleão que protagoniza a peça da Companhia do Chapitô.

Ao humor hilariante do Chapitô, sucede-se “Processo”, um espectáculo de stand up comedy de Diogo Batáguas.

No final do mês, a programação muda de disciplina para assinalar o Dia Mundial da Dança. E fá-lo com dois espectáculos: “Rubble King”, de Duarte Valadares (uma das criações resultantes do projecto Palcos Instáveis, da Companhia Instável), e “Stories of Falling and Jumping”, um programa com três coreografias, duas delas em ante-estreia, apresentado pela INTRANZYT Cia, companhia recentemente formada e que desenvolve um projecto de transição de jovens bailarinos do mundo académico para a realidade do universo profissional da dança. Paralelamente aos dois espectáculos, serão realizadas acções de formação para diferentes participantes e conversas com o público.

O mês não deixa contudo de fora a música e marca o regresso de Rodrigo Leão ao Teatro de Vila Real, desta vez com o seu Cinema Project, num concerto que reúne repertório dos três discos editados em 2020 e 2021, bem como uma selecção de temas clássicos do compositor, e conta com a participação do coro vila-realense Câmara de Ouro.

A sessão do Shortcutz Vila Real e dois filmes da cinematografia independente internacional completam um calendário cheio de boas propostas.

Publicidade

Fonte desta notícia: Teatro de Vila Real

Este website usa cookies que permitem melhorar a sua experiência na internet. Pode aceitar ou recusar a utilização desta tecnologia Aceito Política de Privacidade