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6 milhões de euros para desenvolver ferramentas que promovam o uso mais sustentável dos ecossistemas

Helena Freitas, professora catedrática do Centro de Ecologia Funcional e Departamento de Ciências da Vida (DCV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC (FCTUC), é a coordenadora nacional do projeto, agora contemplado com mais de 6 milhões de euros.

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A Universidade de Coimbra (UC) integra um projeto europeu que aposta no desenvolvimento de ferramentas para o uso mais sustentável dos ecossistemas. Helena Freitas, professora catedrática do Centro de Ecologia Funcional e Departamento de Ciências da Vida (DCV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC (FCTUC), é a coordenadora nacional do projeto, agora contemplado com mais de 6 milhões de euros.

«O Towards Sustainable Land-use Strategies in the Context of Climate Change and Biodiversity Challenges in Europe (Europe Land) centra-se na integração de recursos das ciências naturais e sociais para identificar, desenvolver, testar e implementar ferramentas integradas para melhorar a compreensão dos fatores subjacentes às decisões de uso do solo, bem como a consciencialização e envolvimento das partes interessadas em termos de mudanças climáticas e desafios da biodiversidade», explica Helena Freitas.

Segundo a catedrática da FCTUC, este é um projeto que espera preencher lacunas específicas associadas a indicadores integrados para monitorizar o uso do solo e dos recursos, os efeitos da consciencialização e tipologias comportamentais para o uso mais sustentável dos ecossistemas em toda a Europa, assim como ferramentas interativas para explorar diferentes cenários e envolver abordagens participativas.

O Europe Land também «pretende desafiar a narrativa dominante através da escolha de estudos de caso, especificamente comparando situações da Europa Oriental e Ocidental, ao mesmo tempo que dedica especial atenção ao papel das partes interessadas nas decisões de uso do solo», esclarece a coordenadora nacional.

No âmbito deste projeto internacional as entidades envolvidas têm ainda como objetivo «produzir uma caixa de ferramentas interativa para que os utilizadores experimentem diferentes usos do solo, entendam as conexões entre eles e desenvolvam um modo de pensar holístico e sistémico. Em articulação com os esforços de envolvimento estratégico das partes interessadas e iniciativas de capacitação, espera-se que os recursos do projeto apoiem o uso sustentável do solo e a tomada de decisão», conclui Helena Freitas.

Além de Portugal, o Europe Land, um projeto Horizonte Europa, inclui instituições da Alemanha, Grécia, Estónia, Dinamarca, Roménia, Polónia, Letónia, Eslováquia, Áustria e República Checa.

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Fonte desta notícia: Sara Machado Assessora de Imprensa - Universidade de Coimbra

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